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SEGURANÇA
Criança desaparecida: Desespero de família de João Rafael Kovalski já dura dois meses

18/10/2013

 

 Já se passaram quase dois meses do desaparecimento do menino João Rafael Kovalski, de dois anos, ocorrido em 24 de agosto deste ano, em sua residência, mas até agora, não há nenhuma novidade sobre o caso.

O menino que vivia com a família na pequena cidade de Adrianópolis, Região Metropolitana de Curitiba desapareceu pouco depois de brincar com o avô em sua casa. Em princípio, cogitou-se a possibilidade de ele ter caído em um rio que passa nos fundos da casa, mas após várias buscas, nada foi encontrado. Ao encerrar a procura pelo menino no rio, oficiais do Corpo de Bombeiros disseram que a hipótese de a criança ter caído nas águas estava descartada e as investigações seguiriam por outros vieses, não descartando a possibilidade de rapto.

Equipes do Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride) assumiram o caso e também afirmaram, à época, que trabalhariam com a possibilidade de rapto. Uma passeata foi mobilizada pela família e moradores um mês depois cobrando providências. O boné da criança foi encontrado nas proximidades de uma estrada alguns dias depois do desaparecimento.

A mãe de João Rafael, Lorena Kovalski, disse que não acredita que o filho tenha morrido. Para ela, o menino foi raptado e levado para fora do Paraná.

Neste ínterim, testemunhas disseram terem visto um casal circulando nas proximidades da casa da família por mais de uma vez e pedindo informações sobre as estradas da região. Também segundo as testemunhas, as placas do carro de luxo em que o casal circulava, eram de São Paulo.

Quando o boné da criança foi encontrado, a Polícia Civil o recolheu imediatamente para exame de DNA. Os resultados não foram revelados nem à família, até o momento, para, segundo as autoridades, não prejudicar as investigações. Enquanto as investigações se arrastam, os familiares da criança dizem que também deixaram de viver. “Eu parei minha vida. Tudo acabou para mim no dia 24 de agosto deste ano. É preciso que alguém tome alguma atitude. Não consigo esperar mais. Meu filho não morreu”, disse a mãe durante a passeata de protesto. O telefone do Sicride, para quem tiver alguma informação que leve até o paradeiro de João Rafael é: (41) 3224-6822.

Fonte: Fotos: João Nascimento / Banda B e arquivo de família



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